segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sobre pastéis, garapas e sonhos

Assim, numa mesinha de lanchonete três amigos se reúnem e decidem que precisam usar uma vontade em comum, unir forças, botar a cachola pra funcionar e executar idéias.

Em uma mesa de lanchonete, isso mesmo. Dividindo um caldo de cana com abacaxi de um litro e comendo pastel. A profissão desses amigos? Ah, meu amigo! As mais distintas possíveis. Um jornalista por formação, uma psicóloga por religião e uma pedagoga por ocupação. Todos com diploma nas suas áreas e empregados também.

E eles decidem o que naquela mesa? Que precisam trabalhar mais, estudar mais, se encontrarem mais e fazer muito, mas muito mais do que já fazem. Querem tomar novos rumos, sem deixar a segurança e a estabilidade da vida madura. E mudar a forma de ganhar a vida, movidos por uma paixão: a atuação, essa ingrata.

Deixar de atuar que está tudo bem como está. Deixar de ficar a toa atuando. E atuar naquilo que eles querem: ser atores. Atores da vida, atores do palco, da tevê, da web, enfim atores de fato.

Um dilúvio de idéias e um dilúvio lá fora que jogava água pra dentro do estabelecimento prolongou aquele encontro de onde começou algo que ainda não se sabe se será grande ou pequeno. O desejo e a vontade é que seja muito grande e a verdade é uma só: ali naquela lanchonete entraram três amigos que saíram de lá atormentados.

Uma rodada de garapa pra galera!


Um comentário:

  1. Bom, se eu não comentar esse post, pode internar! Sou atormentada sim, e daí? E meu "caderninho de pensamentos" já tá cheinho! Quero ver só a hora que todas as letrinhas se misturarem e virarem uma grande rodada de ações...bora, Atormentados!

    ResponderExcluir

Atormenta aí!