segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Galope

Volta às aulas na Fundação das Artes também é sinônimo de Galope, que seria equivalente a um trote aos novos alunos, mas como não há nada em comum com os trotes praticados nas universidades, o nome não poderia ser o mesmo. Por isso, Galope.

A responsabilidade de organizar o Galope é sempre do segundo período. Ou seja, a minha turma foi quem cuidou de todos os preparativos. O processo foi longo, teve lá seus conflitos, mas o resultado foi excelente. Ao menos foi dentro do que eu esperava.

Quando conversamos pela primeira vez, concordamos que o Galope deveria fazer com que os novos alunos se sentissem bem vindos e novos integrantes dessa família que a escola é. Assim, demos um jeito de fazer dos novos alunos nossos “filhos” e cuidamos ao longo das férias de vários detalhes para a chegada desses bebês. Até aparecemos no dia do teste para um primeiro ultrassom daqueles que potencialmente seriam acolhidos pela escola.

Decidimos que então apresentaríamos uma pequena cena, que terminaria com o parto e apadrinhamento dos novos alunos por nós, e depois disso, gincanas inspiradas em chá de bebê para a escola toda participar.

O mais importante não é que o Galope seja uma apresentação impecável, mas atinja o objetivo simples de integrar os novos alunos à escola de modo que eles saibam que podem encontrar ajuda lá dentro.

Lembro que quando entrei na Fundação, o Galope me deu a certeza de que eu estava no lugar certo e de que ali estava dando um grande passo para os meus novos objetivos. Espero que tenha sido igual para os novos alunos.

Que seja bem-vinda a turma 49!

Um comentário:

  1. O que dizer desta primeira acolhida...amei, claro! Uma energia diferente que temos que nutrir ao longo dos próximos três anos que estaremos juntos. Na onda do galope, vamo que vamo pra próximas montagens!

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