quarta-feira, 14 de abril de 2010

A Prova do Warde


É. Do Warde.

Não teve remédio. Ao cruel destino não se engana e o que as divindades determinaram não se discute. A estrutura é bem de uma tragédia grega mesmo. Depois de tantas aulas ouvindo sobre os primórdios daquilo que resolvemos estudar, passando pelo homem das cavernas, Grécia, Roma, Idade Média, Renascimento. Chega a hora de se demonstrar o que ficou retido, o que se aprendeu. Vamos por tudo à prova?

As regras do jogo são explicadas. Cada um terá a sua vez. Quando chegar o momento, sentará em frente ao mestre, e ouvirá o tema específico que está reservado para você. Pode pedir outro tema? Claro, mas não terá mais a nota máxima e se precisar trocar o tema novamente, seu máximo será diminuído de novo. Após a divulgação do seu assunto terá um tempo para organizar suas idéias enquanto a sua lição de casa é conferida. Tempo esgotado, agora fale.

O clima ficou realmente tenso, afinal era a primeira prova do Warde. Enquanto esperávamos imaginávamos quais tipos de perguntas seriam feitas "e se ele me perguntar justamente aquilo que nunca me lembro?". Cada um que saia tinha uma expressão específica: ou parecia frustrado, ou incrédulo, ou contente. E somando a essa aparência sempre uma sensação de alívio de que bem ou mal, a experiência passou.

Fui o último. Assim como no dia do teste. Fiquei no sentado na escada, às vezes revisando o conteúdo, explicando ou ouvindo explicações e em outros momentos me distraindo com outras conversas. Então minha hora chegou:

- Seu tema é Teatro Medieval.

Escrevi num pedaço de papel as seguintes palavras: cristianismo, proibição do teatro, teatro litúrgico, teatro religioso e sotie. Então expliquei tudo conforme me recordei.

Como bom filho de professora que sou a constatação é sempre a mesma: quem estudou se saiu bem. Acredito estar nesse grupo. Andei focado mais do nos estudos do que na escrita ou busca de emprego ultimamente.

Não consigo me lembrar quando foi última vez (anterior a essa) que tive uma prova oral. Deve ter sido ainda no ensino fundamental entre 1997 e 1998. Não saberei precisar. E você, qual foi sua última prova tensa? Recorde os seus momentos de tensão! Colegas de sala, o que acharam da prova?

Um comentário:

  1. Laios e Jocasta tiveram um filho, e esse iria matar o pai e casar com a mãe. Laios abandona o menino e assim é levado para Corinto, pois o Rei e Rainha não podiam ter filhos.

    Édipo cresce, consulta o Oráculo e descobre seu triste destino. Acreditando ser filho legítimo do rei de Corinto, foge e vai para Tebas!

    Encontra pelo caminho os soldados de Laios liderados pelo mesmo e Édipo mata a todos! Feito isso, casa-se com a rainha de Tebas, Jocasta, com quem tem quatro filhos.

    Ao desvendar seu passado, Édipo fura seus olhos e isola-se, Jocasta enforca-se. E Tebas será governada pelos FILHOS AMALDIÇOADOS desse casamento.

    Os filhos mais velhos querem o trono de Tebas e terminam se matando por ele. Creonte, irmão de Jocasta, impede que um dos irmãos tenha uma cerimônia de morte digna, isso faz com que Antígona, filha de Édipo, sequestre o irmão e faça a cerimônia, mesmo sendo contra as leis do Estado.

    Descobrindo isso, Creonte a condena à morte, porém seu filho, Hemon, é apaixonado por ela e implora sua libertação. Quando finalmente convence Creonte, Hemon vai até as masmorras e encontra Antígona morta. Ela havia se enforcado na própria cela. Visto isso, Hemon se mata, em seguida desiludida pela morte do filho, Eurídice termina com a própria vida.

    Creonte termina lamentando-se sozinho e nunca mais escuta-se algo sobre seu paradeiro.

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    VOCÊ TRANSFORMOU A PROVA DO WARDE NESSA TRILOGIA TRÁGICA! oO'
    SAUHASHSAHUHUSAHUSAHUSA

    QUERO SÓ VER O QUE FALARÁ DA PROVA TRIPLA NO FIM DO SEMESTRE! xD





    Noh!!! ;D

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