sábado, 24 de abril de 2010

Freud, explica?

Confesso que aprecio seriados americanos. E por mais que seja entretenimento gratuito, isso não implica numa incapacidade de provocar, comover. Claro que isso acontece comigo raramente, muito esporadicamente. Mas tem gente que chora vendo novela e até manda mensagens de apoio para a personagem Luciana de Viver a Vida no blog da personagem. Eu acho que isso está mais ligado com identificação com aquilo que é exibido do que com um “poder da arte”. Emoções provocadas pela arte são diferentes, enfim divago. Não é esse o assunto.

A cena que me fez pensar um pouco foi uma do seriado  The Big Bang Theory logo no começo do episódio, onde Penny se apresenta como atriz e é questionada pela mãe de Leonard, uma psiquiatra, qual a razão da sua escolha. E vejam só o que ela sugere aos 2:09 do vídeo (assistam inteiro é engraçado):

 

“Estudos sugerem que muitos dos que buscam artes cênicas sofrem de identificação externa. Significa que você se dá valor segundo o valor que os outros te dão, resultado de carência na infância”. Oi?

Agora, peço ajuda dos profissionais e na minha turma tem uma psicóloga brincalhona! Thais, nós atores fomos carentes quando crianças?

Essa coisa de se dar valor segundo o valor que os outros te dão soou bem verdadeiro pra mim.

2 comentários:

  1. Caríssimo! Nem Freud explica! Tudo q vivemos e sofremos hj, é resultado de algo q já passou...seja da infância, da gestação, ou de uns min atrás,temos nossas tendências e referências. Ou seja...a pessoa q procura atuar, busca por inúmeros motivos, mas principalmente, busca um "EU" desconhecido, ou em formação, e a possibilidade do "outro" poder me ver, soa como um retorno do trabalho deste encontro com o eu...mas não é uma regra, e como eu salientei, cada um com suas peculiaridades...

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  2. Quer perder o rótulo de brincalhona, tamanha polidez do comentário, Thais? Rs.

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